gclid ou UTM: quem vence no GA4

Atualizado em pela equipe do UTM Builder, na Limner.

O gclid. A ajuda do Google Ads diz que, no GA4, a codificação automática é priorizada em relação à manual devido à ausência de uma opção de substituição. A caixa do Universal Analytics que deixava a UTM manual mandar não existe mais.

O que muda no relatório

Com o gclid funcionando, origem, mídia e campanha vêm do Google Ads. Uma UTM manual com utm_medium=display ou outro nome de campanha não troca nada nessas dimensões. A exceção é o detalhe: utm_content e utm_term continuam indo para Conteúdo do anúncio manual e Termo manual.

Quando a UTM é usada

A ajuda do GA4 explica que, quando o gclid não pode ser usado como esperado e há qualquer parâmetro UTM na URL, o GA4 tira todos os valores de origem do tráfego exclusivamente da UTM. Por isso o Google recomenda definir todos os parâmetros relevantes, principalmente utm_source, utm_medium, utm_campaign, utm_id e utm_source_platform. O que faltar vira (not set).

Situações em que o gclid falha:

Configuração sem conflito

utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign={_camp}&utm_id={campaignid}&utm_term={keyword}&utm_content={creative}

E Meta, TikTok e os outros?

A ajuda do GA4 descreve codificação automática apenas para produtos do Google: Google Ads, Campaign Manager 360, Display & Video 360 e Search Ads 360. Nas outras plataformas, a UTM é o que o GA4 lê, então ali ela precisa estar completa e consistente.

Fontes oficiais